DOSSIÊ DE INCLUSÃO
Sejam todos bem vindos, este será um espaço destinado a reflexões da disciplina de Educação Especial.
Unidade 1 - Retrospectiva Histórica da Educação Especial
Reflexão I
Após algumas reflexões e a partir da primeira aula presencial pude perceber que educação especial pode ser uma deficiência ou alguma necessidade especial que precise de cuidados extras. Nem todas as crianças aprendem com o mesmo ritmo e as deficiências podem ser as mais diversas, tornando a aprendizagem mais dificil e demorada.
Deficiência é a perda de uma extrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica.
O que quero relatar nesta primeira unidade, foi a experiência com uma criança que não conseguia aprender, era uma turma de alfabetização, onde todos foram aos poucos iniciando o processo de leitura, desde o início do ano já existia uma preocupação especial com aquela criança que vinha de uma família muito pobre e sem nenhuma autoridade dos pais em relação aos filhos. Ninguém sabia qual poderia ser o problema de tanta dificuldade, aparentemente era saudável, mas tamava uns remédios que os deixava ainda mais desatento, fazia algumas necessidades dentro da sala de aula.
Às vezes parecia que ele ia conseguir, mas derrepente tudo voltava a estaca zero, via a letra A por exemplo e dizia que era O, parecia que ele não relacionava as coisas. Frequentava aulas de reforço junto com outros alunos e tinha a incansável professora sempre atenta a uma forma que poderia ajudá-lo.
Sem saber mais como agir, fomos interrogadas por uma grande estudiosa, doutora em Filosofia e Psicologia Sara Pain. Ela pediu para notarmos como ele se comportava fora da sala de aula com os colegas e se sabia andar de bicicleta. Observamos e achamos o comportamento normal, nada de estranho.
Todo o esforço e dedicação das professoras não foram suficientes para que a criança vencesse aquele desafio.
Um novo ano se iniciou e ele reclamou por não estar junto com a mesma turma do ano anterior, ficou com uma professora diferente, pois aquela que não mediu esforços estava se achando incapaz e muito frustada, pensando até que ele deveria estudar na escola de educação especial.
Desta vez o desafio foi ainda maior, as professoras assumiram um projeto de alfabetização extra classe para os pequeninos que se encontravam na mesma situação e ele ao final de outro ano, já estva conseguindo eleborar texto e ler, ou seja apto a passar para o próximo estágio, para a próxima série.
Enfim, as necessidades educacionais especiais são inúmeras e a escola precisa estar aberta e disposta a lutar por estas crianças, para que não fiquem restritas a escolas especiais demorando muitas vezes anos para se alfabetizarem. Sabemos que realmente não é facil, mas não podemos nos conformar esperando que a sociedade aja e que os seres humanos nasçam sábios e perfeitos.
Unidade 2- Políticas Públicas Brasileiras em Educação Especial e
Projeto Político - Pedagógico da Educação Inclusiva
Uma nova etapa se inicia, e sigo meu trabalho falando deste mesmo aluno. Fui até a escola para buscar algumas informações e posso dizer que a escola não dá muita abertura, tentando evitar algum constrangimento com estes alunos. Por isto não tenho dados específicos e não vou citar o nome da escola. Mas posso afirmar que ela possui sala de recursos com professores atendendo durante o período diurno. Ela esta disposta a educar todos os sujeitos assim como fala o professor Claudio Baptista no vídeo Inclusão e seus sentidos.
Sabemos que “o futuro de um organismo nunca está determinado em sua origem” e não é porque uma criança tem grandes dificuldades que vamos desistir de lutar com ela. O menino citado acima está no segundo ano, tem oito anos de idade, estuda em um turno na escola regular, no outro se divide entre consultas com a psicóloga, escola APAE e a sala de recursos da escola regular.
As dificuldades continuam, ainda não consegue pintar direito em um sentido apenas, parece que ele tem algum problema mental, mas também já houve bastante evolução, esta mais calmo e bem inserido no ambiente escolar, participa das diversas atividades que é oferecida na sala de recursos. Considero a escola aberta a inclusão para as diferentes especialidades.
Continuando...
A escola tem em torno de mil alunos, é estadual e quase todos os seus recursos vem do estado. De a cordo com a legislação vigente, o que ainda está deixando muito a desejar, é a capacitação especializada dos professores, que vão recebendo (incluindo) em suas turmas "todos os alunos". Estes ficam sem saber lidar, agir com estas situações.
Vejo que já existe a conscientização de que todos são capazes e podem aprender, cada um em sua especialidade, mas falta o cumprimento das "lindas leis existentes". Penso que os professores aprenderão a trabalhar em sua maioria, somente pela experiência e esforço próprio diário, pois não acredito que o estado fará tamanho investimento. Afinal a educação nunca foi prioridade brasileira.
Por exemplo, o parágrafo único do Art. 3º das diretrizes nacionais para a educação especial na educação básica diz que:
Os sistemas de ensino devem constituir e fazer funcionar um setor responsável pela educação especial, dotado de recursos humanos, materiais e financeiros que viabilizem e deem sustentação ao processo de construção da educação inclusiva.
Uma das necessidades, é um professor que fale a lingua de sinais, em cada turma de alunos que tenha alguém com deficiência de fala ou audição. Na verdade todos os professores deveriam se especializar, pois assim quem sabe diminuiria a evasão escolar destes alunos.
Unidade 3 - Serviços de Atendimento Educacional Especializado
PARTE A -
Estudadando sobre atendimento educacional especializado, vejo que no município de Três Cachoeiras, o único atendimento específico ocorre na APAE, composta por 102 alunos, destes quarenta e dois frequentam diariamente a escola e os outros sessenta participam de serviços, como psicologa e fonaudióloga. Além da sala de recursos presentes em duas escolas estaduais. Não sei se estes podem ser considerados serviço especializado, pois as professoras que atuam neste ambiente, ainda não receberam capacitação específica, estão lá colaborando. Já sabem que "a instituição deve instruir a todos", que ela deve reconhecer as diferenças, atendendo as necessidades de cada um. Mas volto a afirmar como nas unidades anteriores, a falta de investimento das autoridades competentes nesta área.
Percebi no decorrer desta interdisciplina que os alunos que mais estão incluídos dentro da escola regular são aqueles com necessidades especiais de aprendizagem, sem uma causa orgânica específica. Tanto que somente quarenta e dois alunos frequentam a APAE, os outros sessenta somente fazem algum acompanhamento, complementando e auxiliando o trabalho da escola regular.
Existe também muitos alunos com deficiência, limitação e disfunção, estudando nesta escola, mas ainda percebo um tratamento diferenciado em relação a alguns professores, assim como presenciei hoje, onde o aluno era recepcionado com elogios do tipo "que bonitinho", lembrei nunca ter visto um aluno considerado "normal" ser assim tratado, como um bibelo, uma pessoa frágil. Isto foge a nossos conceitos de tratar todos iguais para que não se sintam fragilizados. Se acreditamos que todos são capazes, precisamos provar isto a eles, mas não com meiguices demasiadas, parecendo de pena.
Rosalba M. C. Garcia, nos traz o exemplo da rede Municipal de Florianópolis que vem organizando suas escolas, "propondo novas demandas e redefinindo competências e responsabilidades", na certeza em que o serviço educacional especial deve apoiar, complementar, suplementar, garantindo assim as potencialidades destes alunos.
Um exemplo que pode ser seguido por outros estados e municípios, não precisamos fazer igual, mas necessitamos buscar novas esperiências, para alcançar-mos estes desafios que esta sendo proposto não somente aos alunos, mas também a nós professores.
PARTE B - ESTUDO DE CASO
O aluno que escolhi para realizar meu trabalho é o mesmo que já citei na Unidade 1, uma criança, com necessidades educacionais especiais de aprendizagem, sem uma causa orgânica específica, mas que tinha dificuldades acentuadas, nunca havia frequentado a educação infantil, e nem o antigo pré. Entrou direto no primeiro ano devido a sua idade, permaneceu durante dois anos em fase de alfabetização.Com a incansável dedicação das professoras e acredito com a dele própria que aos poucos foi resgatada, hoje ele se encontra em uma turma de segunda série, está conseguindo acompanhar a turma, mas sob o olhar atento da professora.
Vou relacionar minha pesquisa sobre os dois anos anteriores, quando quase ninguém mais acreditava nele, ele foi capaz, superou muito, mesmo com a falta de apoio da família e o desfavorecimento social.
Chamarei ele de X9. X por ter sido classificado por alguns um caso perdido e 9 pela sua superação.
Unidade 4 - Deficiência Física
O menino X9 tem hoje oito anos, seu pai é mecânico e sua mãe não trabalha fora é do lar, tem uma irmã mais velha e um irmão mais novo. As condições socio-econômicas não são as melhores já que só o pai trabalha e esta renda é dividida para cinco pessoas.
O convívio familiar também deixa muito a desejar, pois o pai é muito autoritário e a mãe submissa, percebo que as crianças se tornam joguetes neste meio, onde cada um age de um modo diferente, talvez na ignorância de tentar acertar na educação de seus filhos.
Nós como docentes não podemos jogar a culpa em cima dos pais, ou então achar que ele não vai conseguir, que é incapaz. É preciso acreditar sempre nestas especialidades, caso contrário como agiriam os médicos em uma doença persistente?
Quando trabalhamos com crianças diferentes que estão inclusas em nossa escola, precisamos acreditar que elas são capazes de vencer muitos obstáculos, neste caso a alfabetização. Um professor não pode jamais deixar de lutar pela aprendizagem de um aluno. Assim como jamais pode um médico desistir de um paciente.
Unidade 5- AUTISMO
O que gostaria de citar nesta unidade, é que quando as professoras insistiam ele era levado a psicologa, mas ela não percebia nada de anormal e não imaginava porque tomava alguns remédios, que os deixava mais lento. Foi então que ele parou de tomar, não tenho certeza se foi por intermédio do médico, mas se notou algumas melhoras.
O menino X9 de vez em quando frequentava a escola de educação especial, porém, onde realmente era avaliado e cobrado era na educação regular.
A professora observava que ele apresentava certa defasagem em relação a turma, não conseguia fazer cópias rápidas, seus textos eram confusos, pois empregava muitas letras sem relação sonora, não existindo espaço entre as palavras, se desconcentrava com facilidade, sem iniciativa para qualquer atividade, era muito envergonhado, participando somente quando questionado, sua motricidade fina ainda não estava bem desempenhada, pois quando desenhava não se preocupava com os detalhes, poucas vezes eram desenhos contornados. Nas atividades de educação física, apresentava facilidade na coordenação motora ampla,sem compreender ainda a noção de espaço e tempo. Nesta fase ainda não tinha boa apropriação das cores.
Isto que foi relatando pela professora, foi observado no primeiro trimestre de 2008, no qual frequentou o primeiro ano, pela segunda vez.
Ele estava matriculado na escola estadual de ensino regular. Na escola especial ele ia algumas vezes para ser atendido pela fonaudióloga, psicóloga, por exemplo.
Unidade 6- Deficiência Mental
Lembrando que meu estudo de caso, apresentava dificuldades de aprendizagem, posso contribuir afirmando que seu comportamento na maioria das vezes era calmo, principalmente quando estava medicado, tanto que não conseguia acompanhar a turma, era um menino considerado tímido, talvez também por isto se comunicava pouco, não fazia questionamentos. Seu comportamento em relação a funcionários e demais integrantes da escola podia ser considerado bom, já que não brigava e se rebelava pouco.
Sua dificuldade maior realmente era a aprendizagem. Em alguns momentos a professora se animava, pois ele dava bons sinais em relação as letras e números, mas no dia seguinte tudo voltava a estaca zero, não dava para saber se ele esquecia, se não tinha aprendido ou se era uma decoreba.
A movimentação da escola e da professora para que o aluno se sentisse cada vez mais incluído dentro do ambiente escolar era enorme.
Prova disso eram as reuniões que aconteciam em função dele e os constantes debates para que não fosse matriculado na escola de educação especial.
A escola regular acreditava em seu potencial, mas faltava descobrir como X9, conseguiria aprender.
Foi onde surgiu a idéia de um Progeto de Aprendizagem destinado aos alunos do primeiro ano da cidade de Três Cachoeiras, com dificuldades de alfabetização, realizado em turno inverso.
O Projeto foi denominado Turma Águia e X9 foi a motivação de uma idéia que deu certo, quando as professoras descobriram que o menino amava seu cavalo, foi realizado todo um enredo com a turma a partir do mesmo, para que X9 se sentisse motivado a ler e a escrever uma história por ele mesmo contada.
Unidade 7 - Práticas Pedagógicas em Educação Inclusiva
Inúmeras são as idéias trazidas nos textos que nos remetem ao cotidiano, tudo que lemos nos faz pensar e buscar nossa realidade. Assim como no último texto lido, onde a autora Anna Maria Lunardi Padilha convive com Bianca, cerca de três anos, para comprovar que o indivíduo com deficiência mental grave, também é capaz de pensar, sorrir, interrogar, brincar, se embelezar.
Na minha opinião hoje ainda há em muitas escolas, dúvidas em relação a inclusão e consequentemente a estes casos de desvantagens dos indivíduos. A avaliação quando acontece, ainda é sem nenhuma cobrança, os professores tem receio de exigir muito, nestes casos e acabam por não exigirem nada, acabando o aluno ainda mais em desvantagem.
Uma nova proposta esta sendo lançada, é um novo desafio aos professores É claro que neste momento muitas iniciativas de ensino aprendizagem já foram iniciadas.
No meu estudo de caso por exemplo, as professoras buscaram com recursos próprios, saber como o aluno x9 poderia aprender, digo sem recursos alheios, onde até mesmo o lanche dos alunos do projeto citado acima saiam do bolso das docentes, que não temiam esforços, para almejar os resultados tão necessários para a vida destas crianças.
O Processo avaliativo do aluno, pelo que consegui entender revelava suas melhoras, mas sempre com o reforço de que era capaz de mais.
Hoje sei que ele esta alfabetizado, participa regularmente em sua escola, da sala de recursos, mas o que dá pena é que ele não esquece da primeira turma na qual conviveu. Ainda reclama a saudade daquele grupo que lhe acolheu no primeiro ano escolar.
Todas sentem pesar por ele não ter se alfabetizado, já no primeiro ano, mas não sabemos o que poderia ter sido feito diferentemente para que isto acontecesse. Pois sua professora era muito dedicada e fazia mais do que era possível.
Talvez sua defazagem demorou a ser percebida e naquela época a escola em si demorou para acolhe-lo em sua especialidade.
COMPLEMENTANDO...
As primeiras iniciativas que já ocorreram e que acho pertinente destacar é a tomada de opinião de alguns professores frente a este novo desafio, a inclusão. O fato dos docentes acreditarem que são capazes de trabalhar com alunos com deficiência, é um grande passo no ensino, mesmo sabendo que os resultados serão melhores se tiverem apoio para a capacitação profissional.
Outra iniciativa importante para este início é a disponibilidade dos alunos em desvantagem e seus familiares. Já que este sempre foi um preconceito muitas vezes iniciado no seio familiar.Hoje quando nasce uma criança com alguma deficiência, os pais procuram de imediato tratamentos que auxilie. O que não acontecia antigamente, quando pessoas com estes problemas nasciam, já eram julgados, condenados e excluídos para toda a vida como "debilóides"(débil mental), incapazes.
Assim como explica o texto de Lenise Pistóia, onde o professor que tem um aluno com desvantagem de aprendizagem, sente a necessidade de buscar elementos significativos capazes de evidenciar situações de vida que apontem uma sintonia entre ele e os alunos. Ou seja o professor precisa buscar reforços para vencer estes desafios.
Ela ainda nos afirma que "o professor sozinho não será capaz de garantir a almejada qualidade de ensino". Acredito que não, mas é assim aos poucos de um em um, que se vai somando. O estado deve ter consciência disso e saber que uma andorinha apenas não faz verão. Infelizmente a educação nunca foi prioridade em nosso país, mas quem sabe um dia não muito distante, teremos mais atenção nesta área. E aí sim, investimento em políticas públicas, formação continuada para professores, conteúdos adaptados e diferenciados, trazendo assim como destaca a autora "um ambiente educativo desafiador, baseado na cooperação, na solidariedade e no respeito as diferenças".
Concluindo meu estudo de caso, posso dizer a partir de toda a disciplina e do menino pesquisado, que realmente não é fácil, aceitar e lutar por um aluno em desvantagem. Mas é preciso nestes casos muita persistência, afinal a criança sempre quer aprender, ela não demostra desinteresse por que acha bonito, mas por que não consegue acompanhar a turma.É uma forma que arruma para se esconder de si mesma.
Esta educação inclusiva, deve apoiar o indivíduo de todas as formas, fisica, psicológica. O professor deve sempre buscar a integração da turma, já que a convivência sem preconceito é parte importante para a aprendizagem. Assim como no caso do menino x9 que até hoje sente saudade de sua primeira turma.
"Desafiar e acreditar no aluno sempre, desistir dele nunca, mesmo em sua especialidade".
Comments (17)
Graciela Rodrigues said
at 1:50 pm on Apr 2, 2009
Espero teus registros, bom trabalho!
Graciela Rodrigues said
at 4:35 pm on Apr 11, 2009
Primeiro relato interssante Sandra, nos próximos espero que possas dar continuidade a estas reflexões!
Graciela Rodrigues said
at 10:46 am on Apr 18, 2009
Sandra a escola é estadual ou municipal, tens idéia de quantos alunos estudam lá? Você não precisa nomear o nome dela, fica tranquila. Gostaria também que fizesse articulaçoes com as legislações estudadas,que ponts cetrais destacarias com tua realidade?
Graciela Rodrigues said
at 10:07 am on Apr 21, 2009
Olá Sandra! Na sua complementação do relato fala em Leis. Das legislações estudadas nesta Unidade 2 , qual delas você destacaria como prioritária a ser conhecida pela Escola?
Graciela Rodrigues said
at 2:04 pm on Apr 22, 2009
Oi Sandra! O que você quer dizer é um professor que conheça e utilize a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), não esqueça que ela é uma língua e não uma linguagem. Abraços!
Sandra de Oliveira Evaldt said
at 12:49 pm on Apr 23, 2009
Oi profe, é isto mesmo me expressei mal
Graciela Rodrigues said
at 2:28 am on May 3, 2009
Solicitações atendidas para a unidade, seguiremos com mais detalhes do estudo de caso nas próximas unidades. Abraços
Graciela Rodrigues said
at 9:12 pm on May 15, 2009
Simone, você lança um questionamento na última frase?Caso sim, como responde tendo como foco a Educação Inclusiva?
Graciela Rodrigues said
at 9:13 pm on May 15, 2009
Desculpa me equivoquei no nome, Sandra!
Graciela Rodrigues said
at 8:09 pm on May 19, 2009
Olá Sandra! Agora ficou mais clara a relação que você apresentou. Abraços
Graciela Rodrigues said
at 7:29 pm on Jun 7, 2009
Oi Sandra! Algumas dúvidas que fiquei ao ler seu relato. O que quis dizer que de vez em quando a X9 freqüentava a escola especial? Ele esta matriculado aonde atualmente?
Graciela Rodrigues said
at 11:36 pm on Jun 21, 2009
Interessante a experiência que relatas Sandra, este texto vocês não tem para nos mostrar?
Sandra de Oliveira Evaldt said
at 7:10 pm on Jun 24, 2009
Olá prof. tenho sim, mas o problema é que não tenho autorização. Por isto vou colocar só até amanhã, pra você ver e depois tiro. Certo?
Graciela Rodrigues said
at 6:56 pm on Jun 25, 2009
Obrigada Sandra, interessante..
Graciela Rodrigues said
at 11:01 pm on Jul 1, 2009
Olá Sandra! Gostaria que complementasse seu texto com algumas reflexões como: "muitas iniciativas de ensino aprendizagem já foram iniciadas" que iniciativas seriam estas, dê exemplos? Tu não finalizas teu dossiê como solicitado para a unidade, o que conclui a partir do teu estudo de caso? Do texto da Lenise você não destacas nada que tenha conexão com tuas reflexões? Bom trabalho.
Graciela Rodrigues said
at 10:45 pm on Jul 4, 2009
Olá! Observações contempladas no seu novo texto. Observe a escrita de algumas palavras como "deblóides",Infelismente e a final. Por favor, faça as devidas correções. Um forte abraço e bom seguimento em teus estudos.
Graciela Rodrigues said
at 3:38 pm on Jul 5, 2009
Sandra o que quiseste dizer com "deblóides"?
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